Quem somos?

Somos Marxistas Leninistas. Pertencentes a geração de comunistas empenhados na Refundação do PC (Partido Comunista) no Brasil.

Nossa Organização tem como princípio: o Centralismo Democrático. Nosso partido é essencialmente Político. Entendemos que a luta ideológica e econômica tem que ter por objetivo da tomada do Poder Político caso contrário, tornam-se lutas que orbitam no campo burguês.

Defendemos a Revolução como lei da luta de classes, na passagem de um modo de produção ao outro. O Socialismo como etapa de transição ao comunismo.

A democracia como um valor de classe. A sua Universalização faz parte da campanha burguesa que, condenam os países que não se agacham ao Imperialismo, que levantam a bandeira da luta, da Revolução e do Socialismo.

Propugnamos uma ampla unidade popular contra o imperialismo, em especial o imperialismo norte americano que, aliado da burguesia fascista, golpista, anti povo, interna e externa, impede qualquer movimento soberano, democrático e progressista em nosso país e inclusive na América Latina.

Defendemos o internacionalismo proletário. Apoiamos as lutas dos povos contra a burguesia. Diante desse quadro de ressurgimento do fascismo, temos que fortalecer o internacionalismo Proletário, pois este princípio é fundamental para a unidade do Movimento operário e Comunista. Entendemos a unidade como um problema estratégico para a Revolução Socialista no Brasil, bem como a Revolução em Nossa América. Não estamos defendendo a abdicação de princípios, mas a Unidade. Dizemos que; com estreiteza e sectarismo não existe unidade e sem unidade não há Revolução. A unidade se constrói com princípios. Diz Marx: “ nossa teoria não é um dogma, mas um guia para ação’; e princípios transformados em dogma nada tem haver com Revolução e muito menos com o Marxismo.

Segundo Lenin, o que importa agora é que os comunistas de cada país levem em conta com plena consciência tanto as tarefas fundamentais, de principio, da luta contra o oportunismo e o doutrinarismo “de esquerda”, como as particularidades concretas que esta luta adquire e deve adquirir inevitavelmente em cada país, de acordo com os aspectos originais de sua economia, sua política, sua cultura, sua composição nacional.

A tarefa imediata da vanguarda consciente do movimento operário internacional, isto é, dos partidos, grupos e tendências comunistas, consiste em saber atrair as amplas massas (hoje, em sua maior parte, ainda adormecidas, apáticas, rotineiras, inertes) para essa sua nova posição, ou, melhor dizendo, em saber dirigir não só seu próprio partido, como também essas massas no período de sua aproximação, de seu deslocamento para essa nova posição.

A vanguarda proletária está ideologicamente conquistada? Isto é o principal. Sem isto não é possível dar sequer o primeiro passo para a vitória. Mas daí para o triunfo ainda falta uma grande distância a percorrer. Apenas com a vanguarda é impossível triunfar. Lançar a vanguarda sozinha à batalha decisiva, quando toda a classe, quando as grandes massas ainda não adotaram uma posição de apoio direto a essa vanguarda ou, pelo menos, de neutralidade simpática, e não são totalmente incapazes de apoiar o adversário, seria não só uma estupidez, como um crime.

Nossa tarefa é histórica, refundar o Partido e derrubar por via revolucionária a burguesia e construir o Socialismo em nosso País.